domingo, 8 de Novembro de 2009

Ai... Ai.... A imaginação....

Olá de novo! Venho contar uma história ue me ocorreu na cabeça durante a viagem até Tomar neste fim-de-semana. Bem, imaginei que tinha sucedido um acidente de viação durante a viagem, e, que eu era que estava em melhor estado, no entanto estava ferida, e tinha de arranjar solução para o resto da família.
O carro ardia intensamente depois de ter dado várias voltas. Estávamos perdidos na auto-estrada.
Eu, qe estava na parte de trás do carro, tentava partir a janela para sair, mas, aso não resultasse tinha mesmo de passar pelos meus irmãos.
Quando conseguisse sair de dentro do carro, pegava no Zé ( por ser o mais novo) e colocava-o num sitio seguro, dizendo-lhe para dali não sair. Pedia-lhe para fazer um esforço e gritar socorro no seu máximo, visto que não me conseguia situar para chamar a ambulância.
Ia tirando aos poucos cada um e colocando-os ao pé do Zé, ou noutro sitio sem chamas e seguro.
Depois de todos salvos (se eu consegisse que isso acontecesse) continuava a chamar por alguém que nos socorresse na auto-estrada.
Pergutava a esse alguém, onde estávamos, e, imediatamente telefonava ao 112, que pouco depois nos viria socorrer.
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Eu sei que sou péssimista, mas achei engraçado comunicar a história que inventei durante a viagem, com um tema de salvação.

domingo, 19 de Julho de 2009

Uma outra história (Continuação da 4ª Parte)

No dia seguinte, a Vera levantou-se toda bem-disposta para falar da notícia ao amigo de peluche, e descobriu um folheto no sitio onde ele dormia. Dizia assim:

"Querida amiga Vera,

Soube da tua notícia e fico bastante contente, espero que também tenhas ficado feliz, porque foi o que eu vim aqui fazer.
Já toda a gente gosta de ti, já descobriram o teu talento, por isso, com a minha ajuda terminada, o que eu posso dizer é adeus.

Beijinhos mágicos,

Internet"

A Vera começou a chorar e a encher a sua cara pálida de grandes lágrimas.
Mas, depois pensou em tudo o que o Internet já lhe tinha feito, e animou-se por pensar que agora outra pessoa como ela iria ser ajudada.

Foram-se passando anos, meses, dias, horas, minutos, segundos, milésimas de segundos, e a Vera foi começando a crescer e a tornar- -se numa verdadeira senhora, mas sempre relembrando o único amigo verdadeiro que teve.
Até que numa das alturas em que pensava nele, lhe quis doar algo, não sabia bem o quê, nem como, apesar da sua mente já saber.
Começou a criar uma coisa que nos transportava para todo o lado, a todo o tempo, com alguns toques de magia. E deu-lhe assim o nome de Internet, que fazia quase tudo o que fazia o verdadeiro Internet.

Fim

Uma outra história (Continuação da 3ª Parte)

O irmão de Vera está a chegar e ela está o mais nervosa possível. O que vai fazer? Contar à familia? Contar só ao irmão? E se ele depois ainda pensa-se que era uma brincadeira de mau gosto?
No meio destes pensamentos, aparece o irmão da Vera, que abre a porta e olha para a sua irmã.
Percebe que está nervosa, por isso tenta-a acalmar, mas chega a seguir a sua outra irmã, que depois se desmancha a rir, com o seu irmão a ajudar a Vera.
Quando passam a porta, Vera nem sabe o que fazer, mas decide que eles vejam e perguntem sozinhos alguma coisa. Mas acaba por estranhar, por terem ficado parados muito tempo a olhar para o Internet. Ela pensava que eles tinham ficado espantados com o seu peluche, mas não tinha sido isso, o Internet tinha-os hipnotizado!
A Vera começou a ouvir uma música vinda de um carro, e, como não tinham rádio e ela dançava como uma profissional. Com o seu entusiasmo, pegou no Internet e começou a dançar.
Claro que como os irmãos estavam hipnotizados, dançaram também com eles.
A agitação espalhou-se pela casa, e todos os que chegavam começavam a dançar.
A certa altura a Vera estranhou o carro ter ficado ali tanto tempo, mas percebeu que estavam a fazer o mesmo que eles, mas no meio da rua.
Pediram licença aos pais, que já tinham chegado, e foram ter com os senhores e senhoras, que na rua dançavam.
Ficaram lá horas e horas, mas tinham-se esquecido do Internet. A Vera procurou-o por todo o lado mas não o encontrou. Deparou mais tarde com ele nos braços, pois tinha estado o tempo todo invisível para ninguém saber que se mexia. Já estavam cansados de dançar, por isso foram até, a sua cama, que não era uma cama, e, no momento em que estavam a adormecer foram acordados com uma senhora que entrevistava Vera e lhe fazia imensas perguntas.
Era uma entrevista de música e dança, pois tinham descoberto o grade talento dela na dança.

Quando a rapariga finalmente teve o seu descanso, deitou-se, e adormeceu instantâneamente... (Continua...)

quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Uma outra história (Continuação da 2ª Parte)


No meio dos pensamentos de Vera, interviu a professora, que a aula toda a observara. Vera assustou-se no momento, mas a professora sorriu e continuou a aula. Ela estava a começar a achar tudo estranho, o quarto, a hora, e até a professora estava estranha. Decidiu investigar...
Pediu à professora para ir à casa-de-banho e saiu disparada até casa.
Ao chegar a casa, a porta abriu-se sozinha e a Vera ficou ainda mais assustada.
Continuou a caminhar, agora com passos lentos e silenciosos e deu com o ursinho Internet a voar à sua frente.
Vera olhou para ele, agarrou-o e disse assustada:
-Ainda não percebi quem és. Diz-me por favor, que não estou a entender nada!
-Sou o ursinho Internet, até foste tu que me deste o nome, e sim, não me perguntes se falo porque agora estás-me a ouvir e vais ouvir até ao fim.
Eu andava atrás da Felismina, a ver se a fazia feliz, tal como o seu nome, mas quando começou a ser feliz, começou a ignorar-me e a tratar-me mal. Por isso agora estou a ver se te faço feliz a ti, fui eu que fiz todas estas coisas estranhas acontecerem, e continuarão a acontecer se me continuares a tratar como me tratas. -Explicou o Internet.
-Ah! Estou a começar a entender, mas porque me escolhes-te a mim e não a outra pessoa qualquer?-Perguntou a Vera ainda desentendida.
E o Internet respondeu:
-Não fui eu que te escolhi, mas sim tu a mim, encontraste-me e quiseste cuidar de mim como um verdadeiro amigo, e eu estou a cumprir o meu dever.
Estava a Vera a começar a falar quando ouvem um ruído, um dos irmãos dela está a chegar!
E agora?
(Continua...)

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Uma outra história (Continuação da 1ª Parte)

Com a Anabela em sua casa, a Vera não consegue achar o motivo da arrumação como por magia do seu quarto, pois quer conhecer melhor a sua primeira amiga. Pensa logo que foi algum dos familiares a ser simpático, mas rapidamente percebe que está enganada, porque se lembra de que a esta hora, neste dia, ninguém lá está presente.
Passaram-se horas e horas em que a Vera ficou com a cabeça na lua (ou no quarto). E também se passaram óptimas horas de diversão com a Anabela, que, já à noite diz:
-Diverti-me imenso contigo, mas também me cansei muito, preciso de ir para casa descansar, mas espero que não tenha sido a minha última visita. Beijinhos Vera!
-Acho o mesmo, até outro dia!- Disse a Vera contentíssima.
Mais tarde chegou a familia, que ouviu o dia dela do ínicio ao fim. No final de toda a história também ela estava cansada e dirigida ao quarto dela e dos irmãos e finalmente aos casacos, que lhe serviam de cama. Não foi para lá sozinha mas sim com o seu amigo fofinho que já tinha recebido o nome de Internet.

De manhã saiu de casa muito tarde pois se tinha deixado adormecer, mas, sem saber como, chegou lá antes dos outros.
Na aula ficou distraída a pensar em tudo o que tinha acontecido de estranho, mas de bom, desde que tinha arranjado uma amiga que lhe parecia verdadeira.

(Continua...)

terça-feira, 2 de Junho de 2009

Uma outra história

Toda a gente tem falado comigo sobre a actualização das Criações da Laura, por isso aqui venho eu com mais uma história inventada no momento. Mas acaba por ter um moral que gostava que compreendessem.

Espero que gostem!

Uma outra história

Havia uma rapariga jovem como todas as outras, que gostava de se divertir, de ouvir música e de coisas normais. Mas tinha um problema que a fazia ser infeliz, ela não tinha amigos! Era muito tímida, e sempre que se encorajava a falar com alguém acabava por começar a gaguejar e a parar de falar. Ficava muito nervosa porque era excluída de todas as actividades que as outras faziam.


Um dia, quando estava na casa-de-banho à espera que as aulas começassem, sentiu que a vida não podia ser sempre assim e encorajou-se novamente a falar com alguém, desta vez com uma outra rapariga que ainda não conhecia. Disse-lhe:


-Olá! Eu sou a Vera! Como te chamas?-Começou ela a falar cada vez mais baixo.

-Eu sou a Anabela! Não precisas de ter vergonha, mas explica-me o que tens. Estás com um ar tão triste...
-Eu? Pois bem... Eu fico sempre de parte em todas as actividades e ninguém me trata bem sem ser a minha familia, que também não me trata muito bem porque não me compreendem.
O que posso fazer?
-Bem, realmente é chato, mas eu posso te fazer companhia, vens... - Dizia a Anabela antes de ser interrompida por uma das suas amigas, que disse:
- Anda! Já sei o que podemos fazer, vem! E porque é que estás com a Vera? Não te podes dar com gente assim!
A Vera enquanto ouvia a conversa começou-se a ir embora com pequenos passos que chamaram rapidamente as lágrimas aos olhos.
Pelo caminho até à sala de aula, onde iam ter Ciências, a rapariga encontrou no chão um pequeno peluche um pouco feio, mas que ela guardou.
Quando chegou à aula para perguntar de quem era o boneco, já ele tinha desaparecido da mochila. Procurou e procurou, e não o encontrou.
Ainda na aula ela procurava o urso de peluche cor-de-laranja e roxo que tinha desaparecido, e finalmente encontrou-o, estava nas mãos da sua inimiga, que fazia tudo contra todos, neste caso contra o pequenote brinquedo. Mesmo sabendo que tinha encontrado o peluche no chão, foi lá recolhê-lo.
Esperou que a Felismina se afastasse para o ir buscar, e, no intervalo foi mostrá-lo à sua nova amiga. Ela ficou a olhar para o boneco como se fosse um estranho mas rapidamente sorriu para a Vera e combinou encontrarem-se para se conhecerem melhor.
Tímida por andar com um peluche, Vera volta a casa e arruma tudo para não ser envergonhada também pela desarrumação dos pais, dos irmãos e das irmãs. Porque ela era a única arrumadinha, mas que sozinha não conseguia fazer nada.
Põe a música, dá uma volta à casa e já está! A casa fica arrumada num segundo,e , no segundo seguinte ouve-se a campainha a tocar.
É a Anabela!- Exclama a Vera entusiasmada enquanto corre até à porta. Lembra-se nessa altura que o seu quarto não tinha ficado arrumado, mas não lhe interessa muito por isso deixa como está.
Quando a Vera estava a mostrar a casa à amiga, chega ao seu quarto e vê tudo arrumadinho, o que a faz estranhar muito...

ATENÇÃO! (Deixei encarregue o trabalho dos nomes das personagens, nos leitores e não leitores do blogue, por isso peço mais nomes, para a próxima parte da história.)

Continua...

quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Pintura

Ontem, dia 13 de Janeiro, já em 2009, decidi fazer outra pintura, mas li primeiro algumas ajudas de um livro que me foi oferecido pelos meus tios (Elsa e Mário ) e pelos meus primos (Edgar e Beatriz), que me ajudou bastante, acho que algumas coisas não ficaram muito bem, mas é este o
final:
Ano novo, blog novo, pintura nova, despedida nova.